O Tribunal Supremo dispensou uma audição ao cidadão português Paulo Cascão arrolado pelo Ministério Público, representante do Estado no processo em que, entre os arguidos, estão Manuel Hélder Vieira Dias "Kopelipa" e Leopoldino Fragoso do Nascimento "Dino".
O Tribunal Supremo de Angola decidiu desistir da audição do declarante português Paulo Manuel Rodrigues Cascão, que havia sido arrolado pela acusação no processo envolvendo os generais “Kopelipa” e “Dino”.
Cascão, ex-diretor da Delta Imobiliária — empresa ligada à Sonangol — chegou a ser ouvido pelo Ministério Público durante a fase de instrução preparatória, mas suas declarações foram descartadas após protestos da defesa, que questionou a validade e o contraditório das provas apresentadas.
Esse processo envolve acusações graves como:
• Peculato
• Burla por defraudação
• Falsificação de documentos
• Associação criminosa
• Abuso de poder
• Branqueamento de capitais
• Tráfico de influências
A desistência da audição por videoconferência, que seria feita a partir de Portugal, marca mais um capítulo tenso no julgamento dos generais, que já dura vários anos e tem sido acompanhado de perto pela sociedade angolana.
Se quiser, posso te ajudar a entender os impactos jurídicos dessa decisão ou montar um resumo do caso completo. Quer seguir por esse caminho?


0 Comentários